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A Obediência, como ela é entendida pelo Supremo Conselho de Portugal - Parte II

A Obediência, como ela é entendida pelo Supremo Conselho de Portugal - Parte II


As Grandes Constituições impõem como obrigatório para cada Supremo Conselho, assegurar a perenidade do Rito Escocês Antigo e Aceite preservando-o de todas as alterações que podem provocar as vicissitudes históricas.


Para assumir esta função, os Supremos Conselhos devem, não só conservar as instituições que propiciam as estruturas ao Rito, mas também os rituais, veículos do corpus simbólico que lhes conferem a sua dimensão espiritual.


O futuro do Rito Escocês Antigo e Aceite decidir-se-á na Europa, aonde estão as suas raízes.

Num mundo em perpétua evolução, o Homem procura um sentido para a sua vida entre o tumulto das alterações que vêm perturbar o quotidiano.


A sociedade vê-se sacudida por sobressaltos que chegam de todas as partes.


A Maçonaria, que é um facto social, não escapa a essa regra e isso é perfeitamente compreensível, porque o maçon é um ser que vive o seu tempo e não fica à margem da agitação que o rodeia.


Álvaro Carva, III Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho de Portugal


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